sábado, 18 de abril de 2009

MUITO, MUITO OCUPADA...


Com filha, marido, casa, trabalho...
Volto logo, logo...

terça-feira, 14 de abril de 2009


Como diria Mary Poppins: Se não tem o que dizer, diga apenas:



Supercalifragilisticespialidoce...







Ai, falta de imaginação... Minha, não da Mary Poppins...

sexta-feira, 10 de abril de 2009

PÁSCOA NA ESCOLA

Festa na escola é sempre a mesma coisa:

-Crianças grandes e pequenas misturadas, enlouquecidas, correndo sem direção e ao mesmo tempo pelo pátio... (e nessa festa, em especial, foi pior, pois, estavam sob o efeito do chocolate... Imaginem...)

-Diretora esgoelando a programação no microfone, sem ser ouvida, é claro, por que crianças estão se esgoelando também...

-Pais (quando vão), com "pulga na cueca" querendo ir embora e mães tentando controlar a situação...

Mas sempre, sempre, é aquele chororô na hora da apresentação...E é isso que faz valer a pena toda essa loucura...

Alice é a de rosa e de botinha (fashion rs rs). A apresentação era de bichinhos por que esse mês foi trabalhado com as crianças o amor pelos animais.

A vaquinha sou eu... Aff!!!


Enfim, AMO MUITO TUDO ISSO!!!

E, ainda no clima:
FELIZ PÁSCOA PARA TODOS!!!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Mão na roda...

Achei, no site da revista crescer, uma calculadora que te informa a quantidade de "comes e bebes" que você deve comprar pra festa de seu filhote, tudo calculado de acordo com o nº de adultos e crianças que você pretende convidar... Uma ajuda e tanto...
Clique aqui.

MODERNICES...

Quer saber o que os moderninhos-descolados-prafentex-charmosos-com-muito-dinheiro-no-bolso vestem pelas ruas de Ipanema? Clique aqui.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Pérolas da minha filha Alice em seu País das Maravilhas parte III

-Mamãe, você sabe dobrar a lingua assim, ó?
-Não, não sei...
-Eu seei, lá, lá, lá, lá, Brizooolaaaa!!!
...
Como assim, Brizola? Ela só tem 4 anos?!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

PALAVRA CANTADA

Descobri em um blog (não me recordo qual) quando minha filha ainda era um bebe de colo, um grupo musical infantil chamado Palavra Cantada. Compramos o cd Meu Neném e Alice, que então, tinha uns 8 meses de idade ficou compenetrada e bem calminha, como se estivesse absorvendo aquelas melodias maravilhosas... Daí compramos outros e as músicas do grupo passaram a fazer parte do seu (nosso) dia-a-dia até hoje.



1º Cd do Palavra Cantada que compramos:

Esse grupo, que é de São Paulo, é formado por Paulo Tatit (antigo grupo rumo), Sandra Peres e percussionistas extremamente talentosos.
Levamos Alice em dois shows aqui no Rio, um no Vivo Rio, chamado Pé com pé e outro no Canecão, com o tema Carnaval. Ela, aliás, nós ficamos fascinados...
O show é teatral, muito inteligente e lúdico. O figurino, as músicas, o cenário... é tudo muito mágico, é sensacional, encanta crianças e adultos.
Quem tem criança em casa e não tá a fim dessa poluição sonora infantil que tem por aí, vale a pena apresentar-lhes essa maravilha.
O site do grupo é www.palavracantada.com.br





Quem é adepto a educação sem erotismo e imbecilidade vai gostar de ler essa matéria que tem no site :

A ERA DOS NEOBAIXINHOS

Sucesso da dupla Palavra Cantada, de música infantil educativa, e fracasso de Xuxa na TV e no cinema parecem ser um sinal de que os pais hoje buscam produtos culturais de melhor qualidade para as crianças.

Super Xuxa luta contra o baixo astral: a apresentadora perdeu seu programa diário na Globo e camela para chegar a 300 mil espectadores no cinema, resultado chocho para quem contava bilheteria em milhão. A rainha dos baixinhos não manda no reino dos neobaixinhos, filhos de uma geração politicamente correta, que vêem programa educativo na TV paga, cantam música de qualidade, ouvem falar sobre aquecimento global, aprendem a reciclar lixo e até lêem poesia. Nessa nova era _em que pais parecem estar mais preocupados com o consumo cultural das crianças_ nomes como o duo musical Palavra Cantada, antes restritos a filhos de "moderninhos" e "intelectuais", ganham o grande público. A dupla mescla a formação clássica de Sandra Peres, 44, e a popular de Paulo Tatit, 52, e tem a proposta de criar canções infantis de qualidade. Começou em 1994 vendendo CDs pelo telefone e correio. Em um esquema totalmente independente, sem o apoio de uma grande gravadora, atingiu a marca de 14 títulos lançados com 1,4 milhão de cópias vendidas e prepara a turnê do CD "Carnaval", que inclui shows no litoral e no Citibank Hall de São Paulo, em 2 e 3 de fevereiro. O álbum tem a participação de Arnaldo Antunes e seu filho, Bras, e de Mônica Salmaso. Para este ano, a dupla negocia um programa de TV com um canal fechado e um aberto. "O sucesso do Palavra Cantada reflete uma tendência de mudança na concepção da infância", opina a educadora Gisela Wajskop, diretora do Instituto Superior de Educação de São Paulo - Singularidades. Ela conta que foi convidada a dar uma palestra na Globo, anos atrás, quando a emissora acreditou que poderia transformar o programa da Xuxa em algo educativo. "O problema é que a Xuxa nunca teve essa imagem", analisa Wajskop. Para a educadora, os pais, "que antes deixavam os filhos dançar na boquinha da garrafa, começaram a ficar mais críticos". "Isso tem a ver também com a melhoria da escolaridade no país e com os resultados negativos da geração cujos pais delegaram a educação a babás, enquanto trabalhavam para ganhar mais, achando que assim os filhos seriam felizes", afirma. Em sua opinião, "a classe média passou a intuir que o consumo de produtos culturais mais educativos poderia melhorar a formação dos filhos, raciocínio antes mais restrito à elite". Wajskop também aponta a "pressão da mídia" e iniciativas como a do Palavra Cantada. "Eles insistiram na marginalidade e na qualidade e criaram um espaço antes inexistente." Tatit conta que ainda hoje, apesar do sucesso, o "dinheiro é muito apertado" e é preciso correr atrás de patrocinadores para CDs e shows. Peres lembra que tudo ficou mais difícil com a pirataria _sim, pais politicamente corretos também copiam CDs no computador. “Nós mesmos produzimos e gravamos o nosso CD, e o Palavra Cantada só continua a existir em razão da venda dos discos. O show mal se paga." Som das loiras Apesar das dificuldades, Peres afirma que hoje há um mercado de música para criança, o que nem existia quando eles começaram. "A música infantil era a que chegava pela TV, cantada pelas apresentadoras. Hoje tem muita gente fazendo música infantil de qualidade." Quem também faz sucesso nesse mercado é Hélio Ziskind, autor de sucessos do programa "Cocoricó", da Cultura, que iniciou a carreira ao lado de Tatit, no grupo alternativo Rumo. Para Tatit, o Palavra Cantada já atingiu o topo dentro de um esquema independente. "Sabemos que, para crescer mais, precisamos ir para a televisão." Canções como "Sopa" e "Rato" só chegaram à periferia, no início desta década, graças à veiculação de clipes do Palavra Cantada na TV Cultura. Na opinião de Peres, as crianças gostam "do humor e da poesia das músicas", que não devem ter "intenção de criar modismos". Tatit diz que, ao compor, preocupa-se "menos com o que vai dizer e mais com como dirá". "Busco construir uma sintaxe que as convença." Além disso, o que ajudou foi a parceria com escolas, que usam as músicas da dupla nas aulas. "Os professores são a nossa rádio. As crianças chegam em casa cantando, e os pais vão atrás de nossos CDs", afirma Peres. As escolas têm mesmo sido uma das responsáveis pelo surgimento dos neobaixinhos. "Os educadores percebem cada vez mais a importância de preservar a cultura, o folclore, de resgatar cantigas de roda e brincadeiras antigas", diz Silvia Amaral, conselheira da Associação Brasileira de Psicopedagogia. Ela faz duas importantes ressalvas: "Esse movimento ainda não é tão intenso na rede pública e nem todos os pais têm essa preocupação com qualidade".

Publicação: domingo, 27 de janeiro de 2008
Fonte: Laura Mattos - Folha de SP

SÓ AS MÃES SÃO FELIZES


Há tempos queria escrever sobre o livro -Só as mães são felizes - de Lucinha Araújo, que conta a trajetória genial e conturbada de seu filho Cazuza.
Resolvi escrever agora por que um amigo do hospital cuja mãe trabalha com Lucinha na Sociedade Viva Cazuza levou meu livro para que ela colocasse uma dedicatória.





E assim Lucinha o fez:

Fiquei muito feliz, pois, já tenho esse livro há muitos anos, já o lí diversas vezes e sempre que leio me emociono.
Escrevi um bilhete para Lucinha dizendo que é incrível como suas palavras tiveram significados diferentes pra mim antes e depois da maternidade.
Antes eu não compreendia muito bem seus atos desesperados, entendia ser um pouco de exagero, superproteção..
Depois que minha filha nasceu, lí o livro novamente e tudo se fez claro, era o famoso "amor de mãe" tão falado e praticado pela minha e tão sentido na pele por mim agora.
Esse amor que ultrapassa todos os limites, que é sentido em cada milésimo de segundo do seu tempo, que aliás, passa a ser exclusivo daquela criaturinha, que no meu caso é a minha miniatura. É muito amor... É amor que dói...
O livro é maravilhoso. Conta a história da vida de Cazuza através de depoimentos de Lucinha Araújo à jornalista Regina Echeverria em "20 horas de gravações e incontáveis caixas de lenço de papel" como foi descrito na contra-capa.
Enfim, foi uma honra pra mim essa dedicatória, pois, além de ser fã de Cazuza, depois do livro passei a admirar muito Lucinha por sua força, sua luta e sua bondade extrema em conseguir fundar uma Instituição para crianças portadoras do vírus HIV (Sociedade Viva Cazuza - http://www.vivacazuza.org.br/ ) somente três meses após a morte de seu único filho, causada por essa mesma doença.
Quem gosta de Cazuza, como eu, vai gostar navegar no site: http://www.cazuza.com.br/

Essa é a capa das edições mais atuais do livro:
Obrigada, Lucinha, pela dedicatória e pelo exemplo de força...

Néééééééémmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!

Dia desses a Elisa do blog Ela fala e sai andando propôs um desafio em que as pessoas deveriam citar duas coisas que mais as irritavam, mas não podiam ser coisas óbvias como violência etc...

Eu citei duas coisas que me deixam realmente com a "macaca".
-Pessoas que insistem em encostar em mim nos ônibus... Mesmo tendo um espaço que nos separa, algumas fazem de tudo para dar aquela esticadinha no braço ou perna devidamente suados e "colam" em meu ser. Sou íman disso!
-Pessoas que falam poblema, pobrema, poblema e outras variações absurdas da palavra problema...

Essas coisas me enlouquecem de verdade, mas eu acabei esquecendo de mais duas que me irritam tanto quanto:

-A primeira se refere a essas pessoas que insistem em colocar músicas no celular pra tocar em alto e bom som em qualquer lugar, principalmente em ônibus, vans e outros transportes coletivos (percebe-se que não tenho carro e ando MUITO nesses troços...). Cara, há de se ter bom senso um dia para perceber que as outras pessoas não precisam ouvir a mesma música que você está ouvindo... Para isso existem os fones de ouvido! Eu, por exemplo ODEIO pagode e funk e parece que esses são os hits dos celulares de coletivos... Aff....

-A outra coisa que muito me irrita é o famoso Néééééémmmmm...
Olha, me dá vontade de bater!!!
O pior é que pelo visto tá na moda!! Não tem coisa mais irritante, por exemplo, em uma loja, você perguntar se tem determinado produto e a vendedora-"gatinha"-mascando-chiclete te responde: -"Tem não, ném..." UHHHH!

O apelido cretino está em toda parte:
Casal de namorados na rua: "Ô, Néééémmmmm..."
Mãe chamando o filho: "Veeeemmmm, Nééééémmmmm!!!"
Agradecimento: "Brigado, Néémmm!!!!"

Muita gente acha lindo, carinhoso, mas pra mim, não dá! Não dá mesmo!

Pronto! Falei!