O dia a dia de uma criatura que quer fazer a diferença nesse mundo e nem sempre as coisas saem como planejadas...
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
SORTEIO
A mega-super-estilosa Monike do blog super charmoso Chá com Cupcakes está sorteando uma lindééérrima camiseta do filme filme Cry Baby (Johnny Depp). Corre lá!
domingo, 16 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Adeus, vovó Maria.
Sabe minha vovó Maria?
Pois é, ela se foi na segunda feira, dia 11 as 07:30 hs.
Descansou, era muita dor, muito sofrimento.
Fica o vazio, a falta do colo, do cheiro, mas seria puro egoísmo querer que ela ficasse aqui, sofrendo daquela forma. Para ela foi melhor..
| Vovó Maria nos anos 40. |
Vó, obrigada pelo teu sorriso, o teu carinho, as tuas melodias.. Te amo!
Agradeço a Deus pelo privilégio de ter vivido com sua presença e peço a Ele que te receba em seus braços.
| Vovó Maria na década de 90. |
PS.: Gostaria de agradecer as lindas palavras do meu tio Luiz no velório. Quem estava presente sabe do que estou falando. Obrigada, tio pelo carinho. Teus elogios são uma honra para mim. Sei que estou indo no caminho certo. Obrigada!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
É HOJE!!! A ESTAÇÃO MAIS ESPERADA DO ANO
(PELO MENOS PRA MIM...)
(PELO MENOS PRA MIM...)
Estação da alegria!
O VERÃO
Por Luís Fernando Veríssimo
Verão é picolé de Kisuco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca.
Verão é prisão de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis.
Mas o principal ponto do verão é.... a praia! Ah, como é bela a praia.
Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção.
Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias.
Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas.
O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando.
Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias. Em menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia.
E as crianças? Ah, que gracinhas! Os bebês chorando de desidratação, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem.
As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo.
Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar o poço pra fincar o cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé.
Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar! Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva.
Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa. A gente abre a esteira velha, com o cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros e puxa um ronco bacaninha.
Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor!!!!! Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora.
Todo mundo volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O Shampoo acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde creme de barbear até desinfetante de privada. As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa da praia oferece.
Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas.
O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família. Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical.
Qualquer semelhança com a vida real, é uma mera coincidência
Luís Fernando Veríssimo
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Das coisas de final de ano I
Fim de ano chegando e todo aquele frenesi gostoso (bem, eu fico meio "poodle estérico querendo a bolinha" com a chegada do fim do ano).
O meu começou com os eventos na escola de Alice.
1º- Feira de ciências:
Adoooooro. *Lembro que na minha época eu fazia questão de participar e ficava dias fazendo as maquetes, feliz da vida e na noite anterior nem dormia... .
Fiquei super feliz em ver que as crianças ainda dão a maior importância a esse evento. O tema foi biodiversidade. Os trabalhos estavam muito bem feitos e os alunos com o tema na ponta da língua e com o maior interesse em explicar para quem foi assistir.
Algumas fotos:
2º evento
Troca de Corda da Capoeira.
Acho que já falei aqui que Alice faz capoeira. Já é seu terceiro ano no grupo Capoeira Brasil e agora ela pegou a cordinha com a ponta azul. O evento foi super animado, bem organizado (by Instrutor Esponja) e como sempre, foi lindo ver as crianças jogando.
Algumas fotos:
| Com sua professora (Tia Raíça) |
| Roda dos adultos |
| Trocando de corda |
| Esperando para jogar |
| Meu chuchu arrasando na capoeira . |
*Tá, tudo bem, minha mãe fazia quase tudo..
sábado, 13 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
TEMPO
![]() |
| Vovó Maria |
Esse post demorei um pouco pra escrever, pois, pra mim é difícil falar sobre o tempo.
Bem, quero falar sobre minha avó paterna. Vovó Maria ou vovó Bahia.
Ela é baiana, teve 4 filhos e criou mais um como se fosse dela e também ajudou a criar 10 netos.
Sua casa era o Quartel General da "netaiada".
Lá aconteciam as festas: Natal, dia das crianças, aniversários, batizados, etc.
Eu mesma dormia mais lá do que na minha própria casa. E dormia com ela cantando pra mim:
"No rancho fundo
bem pra lá do fim do mundo
onde a dor e a saudade
contam coisas da cidade..."
Vovó Maria vivia cantarolando pela casa com sua voz fininha e as vezes dedilhava no violão uma canção que seu filho Luís ou Jinho ou "bandeirinha" (apelidos dados por ela) a ensinou.
Me apelidou desde pequena como sua "Ratinha Maricota" e me contava inúmeras vezes detalhadamente como foi o dia em que nasci. Como meu avô Jorge correu com minha mãe para o hospital com a minha cabeça já quase pra fora...
Ela me contou essa história muitas vezes e eu ouvi sempre como se fosse a primeira vez...
Eu corria pelo seu quintal o dia todo brincando e brigando com meus três primos homens que moravam lá com ela.
Vovó Maria nos sentava no chão da sala com um prato cheio de seu maravilhoso tutu de feijão e nos dava na boca com pequenos montinhos feitos com a mão.
Quando me machucava nas brincadeiras, vovó Maria pegava uma folhinha de saião no seu jardinzinho cheio de flores Maria-sem-vergonha e passava na ferida repetindo: Quando casar sara... E não é que sarou mesmo.. rs rs rs...
Vovó Maria era a vaidade em pessoa. Antes de dormir, tinha um ritual: Tomava banho, vestia uma de suas camisolas bordadas e super cheirosas, se sentava na cama e começava a sessão de cremes, para o rosto, para as pernas, para os pés, para as mãos... Quando eu era adolescente, lembro dela falando enquanto passava os cremes, que mulher tem que ter vaidade e começar desde cedo a se cuidar. Sábia vovó Maria...
Até hoje me lembro da mistura de aromas dentro daquele quarto, era maravilhoso. Aliás, aroma era o que não faltava naquela casa. Até hoje tento fazer um feijão com o cheiro do feijão da vovó Maria.
Até o cheiro da gemada que nos fazia de manhã era bom, cheirava a canela.
E o colo da minha avó? Era, aliás, é uma das coisas mais aconchegantes do mundo. Ah! Aquele colo baiano...
Tenho tantas lembranças da minha vovó Maria, que ficaria dias e dias escrevendo aqui.
Bem, o tempo passou... E olha que nem foi tanto tempo assim... Minha avó Maria perdeu se grande amor, meu avô Jorge. Não muito tempo depois, teve que realizar uma cirurgia de glaucoma. Ficou completamente cega. Teve um AVC. Foi se apagando.
Minha avó hoje está internada devido a outra crise de hipertensão. Não está mais se alimentando via oral. Terá que realizar uma cirurgia para colocação de sonda enteral.
Fui visitá-la. Fiquei alguns minutos olhando minha avó e tentando entender o tempo.
Lembrei disso tudo que descrevi aqui e muito mais.
Fiquei tentando resgatar naquela cama aquela vovó Maria com o corpo violão de baiana, que cantarolava, que adorava pegar sol no "Sítio Paulista", que tinha sempre uma história na ponta da língua para contar para os netos...
Senti uma profunda tristeza e me senti por alguns instantes criança de novo, voltei a ser a ratinha maricota. Fiquei ali parada querendo seu colo, sua voz... mas, minha vó está ali naquela cama, com o seu corpo já pequeno, atrofiado, sem responder...
Foi aí que olhei pra ela mais uma vez e entendi que a minha vovó Maria ainda está ali. Todo aquele amor, aquele colo, aquela essência... e eu... ainda sou e sempre serei a ratinha maricota.
Ainda assim, é difícil pra mim aceitar... Até bem pouco tempo atrás minha avó estava em pé, fazendo tudo o que sempre fez e agora está ali naquela cama de hospital.
É estranho... Ainda não consigo assimilar muito bem isso.
Peço a Deus todos os dias para me dar esse entendimento e manter essas lembranças acesas na minha memória e no subconsciente da minha avó.
Esse post é para a minha vovó Maria.
![]() | |||||||||||||||
Eu e vovó Maria. Outubro 2009
|
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
NOVAS VELHAS ATIVIDADES...
E daí que eu resolvi voltar "cumtudo" e "dicumforça" nos artesanatos.
Então criei um novo blog para expor meus trabalhos:
http://www.wonderlandartesanatos.blogspot.com/
Tem também a comunidade do Orkut: Wonderland artesanatos.
Passa lá...
Bom final de semana para todos!!!
Então criei um novo blog para expor meus trabalhos:
http://www.wonderlandartesanatos.blogspot.com/
Tem também a comunidade do Orkut: Wonderland artesanatos.
Passa lá...
Bom final de semana para todos!!!
Dia das crianças mega atrasado...
Subscrever:
Mensagens (Atom)




